Terremoto devastador atinge o Himalaia: milhares desaparecidos

Abalo sísmico de grande magnitude
Na manhã desta quinta-feira, um terremoto de magnitude 7,8 na escala Richter atingiu a região do Himalaia, com epicentro próximo à fronteira entre o Nepal e a Índia. O tremor foi sentido em uma vasta área, incluindo a capital nepalesa, Catmandu, e várias cidades indianas, como Délhi e Calcutá. Relatos iniciais indicam que centenas de edifícios desabaram, estradas foram bloqueadas por deslizamentos de terra e avalanches foram desencadeadas nas montanhas.
Esforços de resgate em andamento
Equipes de resgate do Nepal, da Índia e de organizações internacionais estão trabalhando contra o tempo para localizar sobreviventes. O exército indiano foi mobilizado, e aeronaves de busca estão sobrevoando as áreas mais afetadas. A Organização das Nações Unidas ofereceu assistência, e a Cruz Vermelha já está distribuindo suprimentos de emergência. Até o momento, há relatos de mais de 3 mil mortos e 8 mil feridos, mas o número pode aumentar.
Consequências e riscos futuros
Especialistas alertam para a possibilidade de réplicas significativas nas próximas horas ou dias. A região do Himalaia é tectonicamente ativa, e este é o maior terremoto desde 2015, quando um sismo de magnitude 7,8 matou cerca de 9 mil pessoas no Nepal. Além disso, a infraestrutura precária em muitas áreas rurais dificulta o acesso das equipes de resgate. O governo nepales declarou estado de emergência e pediu ajuda internacional. A Índia também está mobilizando equipes médicas e de engenharia.
Relatos de sobreviventes
Em Catmandu, moradores descrevem cenas de pânico. “Foi como se o mundo estivesse desabando. Corremos para as ruas, mas muitos ficaram presos nos escombros”, disse um sobrevivente. Em Délhi, prédios balançaram por quase um minuto, e milhares de pessoas evacuaram escritórios e residências. Ainda não há informações oficiais sobre estrangeiros afetados, mas embaixadas estão em contato com suas comunidades.

